Dilmar Benites - O Repórter Gospel
quarta-feira, 16 de maio de 2012
Dois policiais estão sendo investigados pelo assassinato de um evangélico na cidade de Araçoiba, Pernambuco. Os oficiais foram atender uma ocorrência devido queixa de som alto, eles teriam pedido para que abaixassem o som, que fora atendido, a princípio, mas alguns minutos depois voltaram a aumentar o volume.
Segundo nota oficial da Secretaria de Defesa Social, após darem voz de prisão ao grupo e sofrerem desacato, os policiais usaram então as armas de fogo. Foram atingidos Jucimar Celestino da Silva, de 27 anos, e outra pessoa que estava com ele. O jovem, que era da Assembleia de Deus veio a falecer no hospital, a outra vítima dos disparos escapou, mas teve a identidade preservada.
Ainda de acordo com informações da Secretaria de Defesa Social, a corregedoria da polícia já instaurou um procedimento administrativo para apurar o fato. Por ordem do Comando Militar do Nordeste, foi determinado o recolhimento dos policiais que efetuaram os disparos.
O Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa está investigando o caso. O flagrante foi inviabilizado, já que houve apresentação espontânea dos policiais.
Fonte: Gospel+
Oh! Deus a nós foi dado o direito de pensar, de
Agir, e de analisar todos os fatos que se passam
Em torno de nós.
A nós foram ensinadas fórmulas matemáticas,
Físicas e químicas que na verdade nos têm
Ajudado a chegar a conclusões lógicas, na
Solução de problemas concretos.
Apesar de todas as maravilhas que foram
Concedidas ao homem assim como: o pensar, o
Criar, a inspiração e tantas outras coisas.
De repente nos deparamos com um obstáculo
Que nos parece irremediavelmente
Intransponível. É neste exato momento que
Brota na gente um sentimento de perda, no
Sentido da vida, e do sentido até mesmo das
Coisas que embora, paradoxalmente, se tem até
Certeza. É nesse instante que vemos desabar
Diante dos nossos olhos todos os conceitos que
Até então nos pareciam perfeitos.
O homem então, não suporta e toma a decisão
De mergulhar no ponto mais profundo do seu
Eu, e aí ele encontra a si mesmo, e vê que tem
Um limite, e que toda a sua busca começa e
Termina nele mesmo. É também nessa hora, que
Ele tem o sentimento nítido de que é
Absolutamente único em seus conceitos do que
É certo, errado, do que foi medido e concluído, e
Vem a dor e nos toca profundamente, o fato de
Não termos nesses momentos tão carentes, a
Presença de um ' pai vivo ', experiente,
Maduro, amoroso e amigo. Que imponha suas
Mãos sobre nossa cabeça num gesto de
Aprovação dos nossos atos.
Ora, se eu penso, analiso, tenho inteligência,
Sou até mesmo um universo em mim mesmo e,
Ainda assim me falta alguma coisa, então, tudo
Isso me dá a certeza de que para as ciências
Exatas existe um Deus exato, que me diz sim
Para as coisas lógicas. Mas, o homem não pára
Aí. Ele parte para a gloriosa sensação de que ele
Não é um meio-homem, e sim, um ser inteiro, e
Que portanto, tem que ter um Deus inteiro, que
O complete perfeitamente.
Pai! Nessa hora eu me entrego em tuas mãos
Num reconhecimento pleno de que através do
Seu filho ' Jesus Cristo ', que se fez homem
Entre nós, e que passou por todas as
Experiências que um homem poderia passar.
Eu posso constatar que desde o ínfimo átomo
Até o mais gigantesco dos astros e em qualquer
Lugar onde houver vida, todos os nossos
Questionamentos terminam onde começa.
A Tua soberana presença.
Amém!
Ed Wilson
terça-feira, 15 de maio de 2012
Presidente do Irã afirma que “Não é necessário uma guerra para destruir Israel”
Mahmoud Ahmadinejad, predidende do Irã, disse que “não é necessário uma guerra para destruir Israel”, segundo informou a agência Irna. “A destruição do regime sionista não requer uma guerra. Se os países da região cortam suas relações com os sionistas e franzem um pouco a testa, este regime de fantoche se acaba”, acrescento o líder iraniano.
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Ele ainda abordou sobre outros assuntos envolvendo países da região, criticou a Arábia Saudita, por ter assinado contratos de armas volumosos. Ele estendeu as críticas também às monarquias do Golfo, por manterem relações comerciais com países do ocidente, fazendo uma menção indireta aos Estados Unidos.
O presidente considerou um erro negociar petróleo em armas, “Se os dirigentes desses países tivessem um pouco de cérebro, não venderiam seu petróleo para comprar US$ 60 bilhões em armas”, declarou Ahmadinejad.
O Irã é contra a paz entre israelenses e palestinos, o país apoia grupos como o Hamas, que combate em favor da tomada do território de Israel, e também tem declarado que Israel está condenado a ser destruído.
Fonte: Gospel+
Pastor afirma que pastores que entram para a política deixam de colocar Deus em primeiro lugar
O Brasil já é o segundo país com maior número de cristãos em todo o mundo, segundo o instituto de pesquisa norte-americano Centro Pew. Esse crescimento da população cristã tem refletido cada dia mais na política, tendo evangélicos formando uma forte representação no país, com senadores, deputados e vereadores.Visite: Gospel +, Noticias Gospel, Videos Gospel, Musica Gospel
Hoje, o que antes era considerado pelas igrejas evangélicas como algo pecaminoso, é tido como comum e, até mesmo, necessário. Especialistas acreditam que isso se deve a forte ameaça política contra a igreja, nas leis que tramitam em benefício de temas polêmicos como o homossexualismo, o aborto, a eutanásia, entre outros.
Um dos mais conhecidos e comentados evangélicos envolvidos com a política atualmente é o deputado federal, Pastor Marco Feliciano. Hoje considerado um dos líderes da bancada evangélica, Feliciano já havia chegado a afirmar, durante o 21º Gideões Missionário da Última Hora, realizado em Camboriú, Santa Catarina, que nunca se rebaixaria a ser um político.
Atualmente, Feliciano justifica a importância de sua presença na política citando homens como Martin Luther King e Jimmy Carter como exemplo de cristãos que foram bem na política, e fala também sobre personagens bíblicos como José e Daniel. “Jesus tinha afinidade com políticos, até porque ele foi sepultado na sepultura de José de Arimatéia, senador Romano”, conclui.
Porém esses argumentos não convencem líderes como o pastor Elson de Assis, fundador do ministério Palavra e Fogo, que ainda consideram o envolvimento de pastores na política como algo contrário ao evangelho. “Quando a gente é pastor pregador e entramos na política. Já deixamos de colocar Deus em 1º lugar amado (sic)”, afirmou Assis, através do Twitter.
“Ser chamado. É ter convicção da sua importância no reino. Nunca misturar as coisas. Pastor é pastor. Pregador é pregador. Político é político”, continuou o pastor, que como exemplo positivo citou o evangelista Billy Graham, afirmando que ele “tinha acesso a Presidente, Parlamento, uma autoridade na América. Mas nunca deixou sua chamada (sic)”.
Questionado por um seguidor da rede social sobre o que achava do Pastor Marco Feliciano, Elson respondeu: “dele não acho nada. Nem de ninguém. Só que pregador é pregador, profeta, pastor. Deus chama e pronto”. As afirmações se acabaram se transformando em um debate no Twitter, e um assessor de Feliciano acusou o pastor de inveja dizendo: “a inveja é a arma do sataninha ache uma escada e suba, você pode até mesmo ser um deputado (sic)”.
Revista “Neewsweek” chama Obama de “Primeiro presidente gay dos Estados Unidos”
Evangélicos contra Obama; AD emite comunicado

No comunicado, assinado pelo pastor George Wood, líder das ADs nos EUA e do Comitê Mundial das Assembleias de Deus, as ADs norte-americanas manifestam “sua discordância e oposição” às declarações de Obama. Afirma pastor Wood:
“As Assembléias de Deus estão em completo desacordo com a nova posição do presidente e se opõem à atitude do presidente de tomar a Escritura fora de contexto para defender a sua posição. A Bíblia ensina claramente que o casamento deve ser um compromisso longo de toda uma vida entre um homem e uma mulher. Não há nenhuma afirmação de apoio ao comportamento homossexual em qualquer lugar nas Escrituras. No entanto, a Bíblia está repleta de evidências de que o comportamento homossexual é imoral e vem sob o julgamento de Deus”.
“O presidente se referiu à Bíblia, afirmando que Cristo sacrificando-se pela humanidade e a Lei de Ouro [amar ao próximo como a ti mesmo] são razões para endossar o casamento homossexual. Embora tenha se tornado popular citar as Escrituras grosseiramente fora de contexto para servir a uma agenda pessoal ou política, isso ainda não muda o que a Palavra de Deus diz claramente. À luz do que as Escrituras dizem, os cristãos não devem ser surpreendidos por indivíduos e grupos de distorção das Escrituras: ‘Porque virá tempo em que não suportarão a sã doutrina; mas, tendo comichão nos ouvidos, amontoarão para si doutores conforme as suas próprias concupiscências’ (2Tm 4.3)”.
“Acreditamos, à luz da revelação bíblica, que a crescente aceitação cultural da identidade e do comportamento homossexuais, masculino e feminino, é sintomático de uma ampla desordem espiritual que ameaça a família, o governo e a igreja. Não só as Escrituras condenam exemplos mais flagrantes de violência e promiscuidade homossexual, mas também não fornece nenhum apoio para a idéia popular moderna que relações amorosos, comprometidas e de longo prazo homossexuais são moralmente aceitáveis. Atividades homossexuais de todos os tipos são contrárias aos mandamentos moral que Deus nos deu”.
“É importante para os cristãos não subestimarem as implicações de um presidente pró-homossexual e pró-aborto, e o que isso significa para a igreja. Em nenhum momento de nossa nação nós precisamos orar tanto pelos líderes políticos deste país do que precisamos hoje”, conclui o comunicado do pastor Wood.
Revista “Neewsweek” chama Obama de “Primeiro presidente gay dos Estados Unidos” e pesquisas mostram queda do democrata em relação ao republicano Mitt Romney
“Barack Hussein Obama, o primeiro presidente gay dos Estados Unidos”. Esta é a matéria de capa da revista “Neewsweek” desta semana, assinada por Andrew Sullivan, um jornalista e blogueiro ativista do movimento homossexual norte-americano. Apesar do apoio maciço que Obama, o presidente mais social liberal da história dos EUA, está recebendo de artistas, intelectuais progressistas e da maioria esmagadora da mídia impressa e televisiva, que é majoritariamente liberal em termos de valores, o “incêndio” provocado pelas suas declarações ainda não foi apagado. Muito ao contrário.
No sábado, saiu uma pesquisa do Instituto Rasmussen, realizada de 10 a 12 de maio, apresentando Romney com 48% das intenções de voto contra 44% de Obama. E ontem, saiu uma pesquisa da CBS News em parceira com o jornal New York Times mostrando Romney com 46% contra 43% de Obama. Mais do que previsto: na semana passada, uma pesquisa do Gallup já revelava que 26% dos eleitores americanos deixariam de votar em Obama por causa dessa declaração. Lembrando que, antes dessa declaração, Obama chegou a ficar 7 e 8 pontos à frente de Romney respectivamente em duas pesquisas divulgadas em 7 de maio pela Associated Press/GfK e pela Reuters/Ipsos.
Segundo matéria do jornal “The New York Times” de ontem (14 de maio), no mesmo dia 9 de maio, apenas duas horas após a sua declaração, Obama, já pressentindo os efeitos, fez duas reuniões de emergência com dezenas de pastores dos EUA via teleconferência: a primeira, com pastores da comunidade negra e depois, com os de outras etnias, numa tentativa de contornar o problema. Mas, não foi suficiente. Até o seu “conselheiro espiritual”, como Obama e a imprensa chama o pastor Joel Hunter, se opôs a Obama. Em entrevista ao “Christian Post” em 11 de maio, Hunter afirmou que estava “desapontado com o modo de pensar do presidente” e que o fato de ser conselheiro de Obama não significa que ele o apóia “politicamente”. Mas, antes de Hunter, seguiram-se declarações de dezenas de líderes evangélicos de todos os Estados Unidos se opondo ao posicionamento de Obama, dentre eles Franklin Graham. E em 10 de maio, foi a vez das Assembleias de Deus dos Estados Unidos emitirem um comunicado de total reprovação à declaração de Obama.
No sábado, saiu uma pesquisa do Instituto Rasmussen, realizada de 10 a 12 de maio, apresentando Romney com 48% das intenções de voto contra 44% de Obama. E ontem, saiu uma pesquisa da CBS News em parceira com o jornal New York Times mostrando Romney com 46% contra 43% de Obama. Mais do que previsto: na semana passada, uma pesquisa do Gallup já revelava que 26% dos eleitores americanos deixariam de votar em Obama por causa dessa declaração. Lembrando que, antes dessa declaração, Obama chegou a ficar 7 e 8 pontos à frente de Romney respectivamente em duas pesquisas divulgadas em 7 de maio pela Associated Press/GfK e pela Reuters/Ipsos.
Segundo matéria do jornal “The New York Times” de ontem (14 de maio), no mesmo dia 9 de maio, apenas duas horas após a sua declaração, Obama, já pressentindo os efeitos, fez duas reuniões de emergência com dezenas de pastores dos EUA via teleconferência: a primeira, com pastores da comunidade negra e depois, com os de outras etnias, numa tentativa de contornar o problema. Mas, não foi suficiente. Até o seu “conselheiro espiritual”, como Obama e a imprensa chama o pastor Joel Hunter, se opôs a Obama. Em entrevista ao “Christian Post” em 11 de maio, Hunter afirmou que estava “desapontado com o modo de pensar do presidente” e que o fato de ser conselheiro de Obama não significa que ele o apóia “politicamente”. Mas, antes de Hunter, seguiram-se declarações de dezenas de líderes evangélicos de todos os Estados Unidos se opondo ao posicionamento de Obama, dentre eles Franklin Graham. E em 10 de maio, foi a vez das Assembleias de Deus dos Estados Unidos emitirem um comunicado de total reprovação à declaração de Obama.
No comunicado, assinado pelo pastor George Wood, líder das ADs nos EUA e do Comitê Mundial das Assembleias de Deus, as ADs norte-americanas manifestam “sua discordância e oposição” às declarações de Obama. Afirma pastor Wood:
“As Assembléias de Deus estão em completo desacordo com a nova posição do presidente e se opõem à atitude do presidente de tomar a Escritura fora de contexto para defender a sua posição. A Bíblia ensina claramente que o casamento deve ser um compromisso longo de toda uma vida entre um homem e uma mulher. Não há nenhuma afirmação de apoio ao comportamento homossexual em qualquer lugar nas Escrituras. No entanto, a Bíblia está repleta de evidências de que o comportamento homossexual é imoral e vem sob o julgamento de Deus”.
“O presidente se referiu à Bíblia, afirmando que Cristo sacrificando-se pela humanidade e a Lei de Ouro [amar ao próximo como a ti mesmo] são razões para endossar o casamento homossexual. Embora tenha se tornado popular citar as Escrituras grosseiramente fora de contexto para servir a uma agenda pessoal ou política, isso ainda não muda o que a Palavra de Deus diz claramente. À luz do que as Escrituras dizem, os cristãos não devem ser surpreendidos por indivíduos e grupos de distorção das Escrituras: ‘Porque virá tempo em que não suportarão a sã doutrina; mas, tendo comichão nos ouvidos, amontoarão para si doutores conforme as suas próprias concupiscências’ (2Tm 4.3)”.
“Acreditamos, à luz da revelação bíblica, que a crescente aceitação cultural da identidade e do comportamento homossexuais, masculino e feminino, é sintomático de uma ampla desordem espiritual que ameaça a família, o governo e a igreja. Não só as Escrituras condenam exemplos mais flagrantes de violência e promiscuidade homossexual, mas também não fornece nenhum apoio para a idéia popular moderna que relações amorosos, comprometidas e de longo prazo homossexuais são moralmente aceitáveis. Atividades homossexuais de todos os tipos são contrárias aos mandamentos moral que Deus nos deu”.
“É importante para os cristãos não subestimarem as implicações de um presidente pró-homossexual e pró-aborto, e o que isso significa para a igreja. Em nenhum momento de nossa nação nós precisamos orar tanto pelos líderes políticos deste país do que precisamos hoje”, conclui o comunicado do pastor Wood.
Da Redação do CPAD News
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